Elayne Priscila

domingo, 30 de janeiro de 2011


frases

"A música é capaz de reproduzir, em sua forma real, a dor que dilacera a alma e o sorriso que inebria"
(Ludwig van Beethoven)


Métodos de Clarinete


O clarinete, ou a clarineta, é um instrumento musical de sopro constituído por um tubo cilíndrico de madeira, com uma bocarra cônica de uma única palheta e chaves. Possui quatro registros: grave, médio, agudo e superagudo. É na maioria dos modelos um Instrumento Transpositor, o que quer dizer que a nota escrita é diferente da nota tocada.
As possibilidades harmônicas, o grande controle de dinâmicas que o instrumento permite, a grande agilidade, a grande extensão de notas, a sua natureza de timbres e o poder sonoro dão à clarineta uma posição de destaque nas orquestras atuais.

* Clarinete Sopranino - Ab
* Clarinete Requinta - Eb ou D
* Clarinete Soprano (Clarinete Padrão) - C, Bb, A
* Clarinete Basset - A
* Cor de basset ou Corno Basseto - F
* Clarinete Alto - Eb
* Clarinete Baixo ou Clarone - Bb
* Clarinete Contra-Alto ou Clarone Contra-Alto - Eb
* Clarinete Contra-Baixo ou Clarone Contra-Baixo Modelo Leblanc - Bb
* Clarinete Contra-Baixo ou Clarone Conra-Baixo Modelo Selmer - Bb
* Clarinete OctoContra-Baixo - Bb

p.s.: Dó(C), Ré(D), Mi(E), Fá(F), Sol(G), Lá(A), Si(B).

Métodos:

Digitação para Clarinete
Da Capo - Joel Barbosa
Labanchi - Noções Elementares
Leblanc (AVP103) Livro de Estudos - Volume 1
Leblanc (AVP103) Livro de Estudos - Volume 2
Rubank - Básico
Aprendendo a Tocar - por Jorge Nobre
História do Clarinete - Jorge Nobre
BandFolio - Básico (Clarinete Alto)
BandFolio - Intermediário (Clarinete Alto)
Clarinete Alto, Baixo e Contrabaixo (em inglês)
BandFolio - Básico (Clarinete Baixo)
BandFolio - Intermediário
Ajustes de Palheta
Apostila de Clarinete
Hd virtual


Até mais clarinetistas.
http://aprendizdosom.blogspot.com/2009/06/metodos-de-clarinete.html
http://www.vitale.com.br/imagens/capas/110-M.jpg     :Apostilas para clarinete                                                               

domingo, 26 de setembro de 2010

História das palhetas gonzalez

História

Tudo começou em 1963 quando, devido a uma reestruturação, a Orquestra Sinfônica da Universidade Nacional de Cuyo trouxe a Mendoza um grande número de músicos de toda a Argentina e do mundo. Nestes anos, a Sinfônica  se converteu na mais prestigiosa orquestra do interior do país, também  formando uma das melhores escolas de música da América do Sul.
Entre aqueles jovens artistas encontrava-se o oboísta Juan José Gonzalez,   primeiro oboé da orquestra, e professor na escola de música. Desde a sua chegada a Mendoza, Juan José se interessou em conhecer as qualidades das canas que cresciam selvagens na região, aos pés das montanhas Andinas, sem imaginar que, graças ao seu interesse, a cana da região seria mundialmente conhecida.
Em 1983, Juan José, junto com seu filho Juan Pablo Gonzalez, fundou uma empresa com a intenção de cultivar o Arundo Donax e comercializá-lo com diferentes fabricantes estrangeiros. Assim criaram a Argendonax SRL, sendo em seu início, somente uma distribuidora de matéria prima. Em 1995, como resultado de muitos anos de pesquisa e aquisição de equipamentos, lançam ao mercado as primeiras canas feitas na Argentina, o nome de marca Zonda.
A visão: fabricar as melhores palhetas para instrumentos de sopro do mundo.
No ano 2000 nascem as palhetas para clarinete Gonzalez FOF (For our Friends). Com sua apresentação no Clarinet Fest em New Orleans se dá o começo da nossa marca, a qual é sinônimo de prestígio e qualidade.

Processo

Das nossas amplas plantações de Mendoza, nasce a matéria prima mais nobre, a qual trabalhada com modernas tecnologias e sob rígido controle de qualidade, dá lugar a tão impecáveis produtos.

Principal

Gonzalez  é uma empresa familiar dedicada ao cultivo e fabricação de palhetas para clarinete e saxofone. Produzimos palhetas simples e também duplas para oboé, corne inglês e fagote. Todas elas provêem de plantações próprias de Arundo Donax aos pés dos Andes e é considerada a maior a nível mundial.
Desde o nosso começo em 1982, nossa missão tem sido criar as melhores palhetas do mundo. Através do nosso intenso envolvimento e controle de qualidade a cada estágio do cultivo, produção, manufatura e distribuição, descobrimos as necessidades dos exigentes músicos profissionais.
Através de um profundo compromisso com o meio-ambiente, escolhemos a melhor matéria prima e a fabricação das canas é feita com tecnologia de ponta. É por isso que a marca Gonzalez é sinônimo de excelência em mais de trinta países que compõem nossa rede de distribuição.

continuação:de uma breve história

Uma breve história 1 2 3
O passo seguinte da evolução do clarinete foi a adaptação ao clarinete do sistema Boehm.

Tal como referi anteriormente, a introdução e padronização do sistema Bohem decorreu a partir da adaptação do sistema usado na flauta (cuja criação é atribuída a Theobald Boehm).

A ideia básica deste sistema é que a colocação dos orifícios do instrumento é feita mais em função de critérios de conforto de execução do que acústicos (os orifícios dos clarinetes anteriores ao sistema Boehm não eram projectados para facilitar o manuseamento mecânico das mãos). Desta forma, a utilização das chaves para abertura e fechamento dos orifícios tem grande importância, ajudando a superar as dificuldades mecânicas. O clarinete boehm é hoje em dia composto por 17 chaves.

Este sistema foi aplicado não apenas no clarinete, mas também no oboé e no saxofone. Um sistema híbrido é ainda utilizado no fagote.

clarinete boehm
clarinete boehm 2
clarinete boehm 3
Em detalhe: clarinetes construídos no sistema Boehm
O sistema Albert, como já se disse, ainda é usado em algumas regiões da Europa e Estados Unidos. A principal limitação deste sistema de colocação dos dedos é que “obriga”, em determinadas circunstâncias, ao cruzamento de dedos (dificuldade que o sistema Boehm ultrapassou) o que se torna particularmente limitante em passagens mais difíceis que exijam destreza de dedos.
clarinete albert
clarinete albert 2
clarinete albert 3
Em detalhe: clarinetes construídos no Sistema Albert
O sistema Oehler (pronuncia-se “oiler”) por seu turno, também requer o cruzamento de dedos e difere bastante do sistema Boehm. A sua principal particularidade reside na utilização de chaves com “rolamentos” semelhantes às que se encontram nos saxofones. Este tipo de clarinete apresenta um conjunto de 22 chaves e é usado sobretudo na Alemanha.
sistema oehler
clarinete ohler
clarinetes Oehler
O Período Romântico

O Romantismo pode ser considerado como o período no qual o clarinete adquiriu a sua identidade e maturidade enquanto instrumento.

Nos períodos anteriores, a presença do clarinete no conjunto das obras musicais então escritas era claramente rudimentar ou inexistente. O chalumeau (predecessor do clarinete) surgiu por volta dos séc. 16/17  e teve poucas peças escritas para ele. Com a invenção do clarinete já no Período Barroco, o repertório para ele era quase inexistente. No Periodo Classico, os compositores começaram a introduzi-lo na orquestra sinfonica, escrevendo partes de tutti e pequenos solos, quase sempre em dobra com outros instrumentos. Inicialmente os maiores divulgadores do instrumento eram os próprios clarinetistas, como J.X. Lefévre, que compunham peças para eles mesmo executarem.
O Período Romântico marcou assim o apogeu do clarinete. Com os desenvolvimentos e aperfeiçoamentos mecânicos, o aumento da tessitura, aparecimento de instrumentistas virtuosos, sua excepcional capacidade de mistura tímbrica com outros instrumentos, tornaram o clarinete um alvo preferencial para os compositores da época, de tal modo que adquiriu, então, um papel de relevo seja na música sinfónica, ópera e música de câmara, bem como nas obras solo.

Hoje em dia nas bandas sinfonicas, graças ao seu virtuosimo, o clarinete assume o papel que, na música sinfónica, é normalmente confiado às cordas, particularmente aos violinos.